No momento, não há evidências de que animais de companhia, incluindo animais de estimação, possam espalhar o COVID-19 ou que possam ser uma fonte de infecção.
Não há registros de que qualquer animal, incluindo animais de estimação, gado ou animais selvagens, possa ser uma fonte de infecção por COVID-19 no momento. No entanto, como todos os animais podem carregar germes que podem deixar as pessoas doentes, é sempre uma boa ideia praticar hábitos saudáveis em torno de animais de estimação e outros animais.
Lave as mãos após manusear animais, alimentos, resíduos ou suprimentos;
Pratique uma boa higiene dos animais e limpe adequadamente os animais;
Leve animais de estimação ao veterinário regularmente e converse com seu veterinário se tiver dúvidas sobre a saúde do animal.
Também não existe relato de animais de estimação ou outros animais adoecendo com COVID-19. Mas, estudos são necessários para entender se há esta possibilidade.
Se você está doente com COVID-19 (suspeito ou confirmado), deve restringir o contato com animais de estimação e outros animais, como faria com outras pessoas, é recomendável que pessoas doentes limitem o contato com animais até que mais informações sejam conhecidas sobre o vírus. Isso pode ajudar a garantir que você e seus animais permaneçam saudáveis.
Quando possível, peça a outro membro da sua família que cuide dos seus pets enquanto estiver doente. Evite o contato com ele, isso inclui: acariciar, aconchegar, ser beijado ou lambido e compartilhar alimentos.
Se você precisar cuidar do seu animal de estimação ou ficar perto dele enquanto estiver doente, lave as mãos antes e depois de interagir com ele.
Porque perder tempo reclamando de preços, tamanhos dos ovos de chocolate e das intermináveis filas nas lojas? Que tal, então, fazer diferente e preparar os seus próprios doces, com os recheios que você mais ama?
Preparar os seus próprios ovos de Páscoa pode ser mais simples do que você imagina. É necessário um pouco de dedicação, claro, e alguns utensílios específicos. Você precisa comprar forminhas de acetato para ovos de Páscoa, que podem ser encontradas em casas que vendem coisas para doces. O restante, como colheres e espátulas, provavelmente já está disponível na sua casa.
Que tal por essa ideia em prática? Aqui vão algumas opções de recitas de ovos de Páscoa. Se gostou, escolha uma.
1. Ovo de Páscoa simples: essa receita aqui é basicamente o primeiro passo para você se aventurar na arte de fazer os seus próprios ovos de Páscoa. Consiste em derreter chocolate, misturar essa parte derretida com chocolate picado e colocar em uma forma para ovo de Páscoa. Todos os detalhes necessários você confere no passo a passo completo.
2. Ovo de chocolate trufado: a Páscoa não precisa ser uma época complicada para veganos e intolerantes/alérgicos à lactose. Essa versão de ovo trufado é feito com creme de leite de soja, xarope de milho, essência de amêndoas e chocolate amargo. Uma delícia!
3. Ovo de brigadeiro: brigadeiro vai bem em praticamente todos os pratos. Especialmente se ele é o recheio cremoso de um ovo de Páscoa bem especial. Sabe aqueles ovos que você come tudinho com colher? Essa versão vai te deixar com água na boca.
4. Ovo de beijinho: além de deliciosa, essa receita aqui conta com ingredientes simples. Você precisará de chocolate, leite condensado, coco ralado e manteiga sem sal. As quantidades podem variar de acordo com quantos ovos você deseja preparar.
5. Ovo Prestígio: esse ovo de Páscoa aqui é recheado com leite condensado e coco ralado, uma opção fácil e gostosa. Você pode fazer com o recheio que desejar, o importante é que ele precisa ser cremoso e bem firme para que dê certo.
Em tempos de dúvidas e medo a cerca do Coronavírus, ninguém melhor que um médico infectologista para esclarecê-las.
Hoje trago uma entrevista exclusiva com a Dra. Cléa Bichara(*), médica infectologista e pesquisadora bastante conceituada, que faz esclarecimentos importantes sobre o assunto.
1. Quais as formas mais frequentes de propagação do coronavírus?
A principal se dá pelo contato com as secreções respiratórias (gotículas) a partir de uma pessoa infectada. Há outras fontes possíveis, embora de menor importância, que seria através do contato com utensílios pessoais, roupas e superfícies que tenham recebido secreções com o vírus, que aí podem permanecer de horas até 9 dias. Ressaltamos como boa notícia que a limpeza adequada destas superfícies com água sanitária ou álcool gel a 70 graus elimina o vírus. Importante citar que o vírus se propaga de uma pessoa para outra a uma distância de até 2 metros.
2. Os métodos de prevenção para gripes comuns podem ser úteis na proteção contra o covid-19?
As medidas de prevenção para as doenças respiratórias são universais, comuns, e trazem benefícios para todas as viroses com comprometimento respiratório. Daí a grande importância da adequada lavagem das mãos com sabão incluindo todas as faces e entre os dedos, indo até próximo ao cotovelo, além do uso do álcool gel a 70 graus, e outras medidas como a “etiqueta respiratória” evitando tossir e espirrar em direção das pessoas; evitar levar mãos sujas ao contato com mucosas incluindo os olhos; e tem também o uso de máscaras cirúrgicas que devem ser bem indicadas para evitar desperdícios. A máscara cirúrgica passa a ser recomendada quando tiver estabelecida a transmissão viral dentro do país, mas não elimina a necessidade dos outros cuidados. E, estão recomendadas principalmente para evitar que suas secreções respiratórias alcancem outras pessoas. Há também as máscaras do tipo N95 que estão recomendadas para aqueles que estão sob possibilidade de realizar procedimentos na assistência aos pacientes como entubação, ressuscitação e outros. Maiores detalhes constam na nota técnica 04/2020 disponibilizado pela ANVISA.
3. Existem grupos de risco para essa epidemia?
Todos estamos sob os mesmos risco de adquirir o vírus se não tomarmos as medidas de proteção frente às secreções respiratórias dos possíveis infectados. Entretanto, o curso da doença se dá de modo mais grave entre os idosos, naqueles com alguma outra condição de doença e imunodeprimidos.
4. Há alguma confirmação sobre a adaptação do vírus com relação ao clima tropical? Pois, somente agora, surgiu um caso no Brasil.
A disseminação está ocorrendo como já observado em situações semelhantes. Leva algum tempo para atingir proporções de pandemia, há critérios para serem atingidos. Não podemos ainda prever como vai se comportar no Brasil por ser um vírus novo. Entretanto, outros vírus do mesmo grupo já se disseminaram em países de elevadas temperatura com quadros variando desde os assintomáticos, até manifestações leves e graves. Enfatizando que na atual situação do Coronavírus, em outros países, têm predominado os casos leves e baixa letalidade.
5. A alimentação pode contribuir favoravelmente para uma proteção eficaz do organismo?
Alimentação saudável contribui em qualquer situação de adoecimento. Comer bem e se manter hidratado é uma ótima atitude.
6. Diante dos sintomas iguais aos de outras viroses comuns, como distinguir o covid-19?
Como já foi informado a maioria dos casos será sem sintomas, ou com sintomas leves em que não será possível clinicamente se fazer diferenças. Nos casos graves, também será necessário fazer o diagnóstico diferencial porque o quadro é parecido, portanto definido pelos exames laboratoriais moleculares. Mas, alguns aspectos chamam atenção como: a febre alta mais prolongada, maior presença das manifestações resultante do acometimento de bases pulmonares repercutindo nos aspectos radiológicos. Enfim, o diferencial deve ser fundamentado na epidemiologia visto que estamos na pandemia anunciada do Coronavírus.
(*) Graduada em Medicina pela Universidade Federal do Pará, Mestrado e Doutorado em Biologia de Agentes Infecciosos e Parasitários pela Universidade Federal do Pará. É Professora Adjunta da Universidade do Estado do Pará – UEPA, da Faculdade da Amazônia/FAMAZ, Professora permanente dos programas de pós-graduação em Doenças Tropicais/NMTUFPA, Ciências Ambientais CCNT/UEPA e Educação e Saúde na Amazônia CCBS/UEPA. Pesquisadora do Núcleo de Medicina Tropical/UFPA.
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Depois da festa de carnaval, todo bom folião precisa eliminar as toxinas e os exageros alimentares da festa. Confira como fazer sucos de forma prática!
Suco verde
Benefícios: possui efeito desintoxicante, hepatoprotetor e auxilia na boa digestão
Ingredientes
3 rodelas de abacaxi
1 folha de couve folha
4 folhas de hortelã
1 colher de café de gengibre ralado
100 ml de água de coco.
Modo de preparo: Bater todos os ingredientes no liquidificador
Suco de maçã vermelha
Benefícios: possui efeito diurético, ou seja, ajuda a expulsar os líquidos em excessos adquiridos no corpo.
Ingredientes
1 maçã vermelha (sem as sementes)
1 talo de salsão
1 talo de aipo
150 ml água mineral
Modo de preparo: Bater todos os ingredientes no liquidificador
Suco de beterraba e gengibre
Benefícios: melhora a digestão, protege o fígado, desintoxicante e diurético.
Ingredientes
2 folhas de couve
1 colher de folhas de hortelã
1 maçã
1 beterraba
1/2 pepino
1 colher de café de gengibre ralado
1 copo de água
Modo de preparo: Bater todos os ingredientes no liquidificador
Suco de Melancia
Benefícios: acelera a digestão, além de possuir efeito diurético e desintoxicante.
Ingredientes
3 fatias de melancia sem caroço
1 colher de chá de linhaça triturada
1 colher de café de gengibre ralado
100ml de água de coco
Modo de preparo: Bater todos os ingredientes no liquidificador
Entre todos os animais de estimação, os bichanos estão entre os que mais sofrem com mitos e preconceitos. Começando pelo lado afetivo, é comum ouvir falácias como a de que gatos não se apegam aos tutores. Já quando o assunto é saúde, diversas doenças costumam ser associadas a esses pets, como é o caso da toxoplasmose.
Para acabar com os mitos que cercam a doença, confira a seguir 6 perguntas respondidas sobre a toxoplasmose em gatos!
Por que a toxoplasmose é conhecida como a “doença do gato”?
Se a transmissão da toxoplasmose para humanos raramente ocorre a partir do contato com os bichanos, por que chamá-la de doença do gato, você pode estar se perguntando.
Antes de sair crucificando seu mascote, saiba que um exame de sangue sepulta de vez as dúvidas sobre a chance de ele estar fazendo mal à sua saúde.
Cabe lembrar também que a toxoplasmose é um ciclo que se completa em gatos de rua, que se alimentam de caça e de carne crua. Não é o seu animalzinho doméstico, que vive esparramado no sofá e que come ração seca que vai ser fonte de problemas.
Diferente do que muitos pensam, estima-se que somente entre 10 a 15% dos gatos carreguem o parasita, com destaque para gatos que vivem ou que têm acesso à rua.
Estatisticamente falando, as chances de seu gatinho ser o vilão não é maior do que a falta de informação que permeia o tema. Prevenir a toxoplasmose passa pelos cuidados com a higienização dos alimentos, pelo cozimento das carnes e pelo uso de água de fonte segura ou fervida por pelo menos 10 minutos. Além, é claro, de lavar bem as mãos depois de fazer a limpeza da caixa de areia do seu pet.
Ainda com medo? Procure um veterinário de confiança e tire suas dúvidas. Um profissional vai saber orientá-lo e pode submeter seu mascote a exames sorológicos. É fácil, não é caro e tranquiliza toda a família.
Quais são as principais formas de transmissão da toxoplasmose para humanos?
Como dito anteriormente, ainda que os gatos sejam fundamentais no ciclo de vida do toxoplasma, o contato com eles e com seus dejetos não é a mais importante forma de contaminação.
Na verdade, de acordo com a Dra. Allice Vigris, as principais formas de transmissão são a infecção congênita durante a gestação e a ingestão de água ou alimentos contaminados.
“Como hospedeiros intermediários, animais como porco ou boi correm o risco de armazenar cistos em seus tecidos, de modo que a carne crua ou mal passada pode ser um meio de contaminação”, diz a veterinária.
Além disso, ela explica que o cisto do protozoário permanece viável por até 6 meses em água com temperatura ambiente. Sendo assim, é comum que a contaminação ocorra não só a partir da ingestão direta da água contaminada, mas também por conta do consumo de alimentos lavados com ela.
E a transmissão pelos gatos, como ela ocorre?
Bem mais rara, a contaminação por toxoplasmose diretamente pelos gatos é dificultada pelo próprio ciclo do parasita.
Quem explica é a Dra. Allice Vigris: “Uma vez que o gato adquire o parasita via oral, esse agente faz um ciclo de replicação intestinal, sendo eliminado pelas fezes após 5 a 7 dias uma única vez a vida toda. Ou seja, o gato não transmitirá continuamente o oocisto”, diz.
Segundo ela, esse agente deverá, ainda, permanecer de 24 a 96 horas exposto em temperatura ambiente para só então ocorrer a esporulação e ele se tornar infectante.
Só a partir daí a contaminação poderá ocorrer caso o tutor manipule as fezes com as mãos e, em seguida, as leve à boca sem a devida higienização.
Como descobrir a toxoplasmose em gatos?
Abordaremos abaixo sobre a toxoplasmose em gatos e como descobrir. Exceto nos casos de gatos imunossuprimidos, como filhotes, que ainda estão com o sistema imune imaturo, ou adultos com o sistema imune comprometido, a toxoplasmose costuma ser assintomática.
E isso não só nos gatos, mas também em seres humanos, em quem a manifestação da doença muitas vezes é confundida com um leve resfriado, afetando mais gravemente gestantes e pessoas com doença autoimune.
Sendo assim, a única forma de saber se um gato entrou em contato com o agente da toxoplasmose é por meio da avaliação sorológica com titulação. No entanto, a veterinária explica que o teste não diferencia se o pet está ou não eliminando oocistos em suas fezes.
Diagnosticado o problema, o veterinário poderá recomendar um tratamento da toxoplasmose com antibióticos.
O que fazer para evitar a toxoplasmose?
Como visto, medidas simples de higiene e de cuidados com os gatos contribuem muito para a prevenção da toxoplasmose. A seguir, você confere algumas delas:
Não permita que o gato vá para a rua, onde ele fica exposto não só a doenças, mas também a brigas e atropelamentos;
Lembre-se que os oocistos de toxoplasma demoram para esporular e limpe a caixa sanitária diariamente;
Procure utilizar luvas de borracha sempre que for manusear a caixa. No caso das grávidas, o ideal é pedir para que outra pessoa se encarregue da tarefa;
Luvas de borracha também são fundamentais para quem pratica jardinagem. Tenha em mente que outros gatos podem entrar em contato com as plantas;
Mantenha os gatos longe das superfícies da cozinha e lave as mãos regularmente;
Lave frutas, legumes e verduras com cuidado;
Após manusear carne crua, lave bem as mãos, assim como os utensílios utilizados.