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Benefícios do Sachê para Gatos: Hidratação e Nutrição

Foto por Pitipat Usanakornkul em Pexels.com

Mais do que um prêmio delicioso que muitos tutores dão para celebrar o bom comportamento, o sachê é um complemento importante à rotina alimentar do seu gato.

Também chamado de ração úmida, ele se destaca precisamente pelo alto nível de água presente na composição — algo sempre bem-vindo por quem convive com os bichanos e sabe o desafio que é convencê-los a se hidratar.

Mas, embora os sachês sejam recomendados pelos veterinários, seu uso também implica em alguns pontos de atenção. Vamos ver:

Benefícios do sachê

O principal benefício diz respeito à hidratação. Boa parte dos sachês tem uma composição que pode chegar a 80% a 90% de água, o que ajuda a manter a ingestão de líquidos em dia e prevenir uma série de problemas de saúde, especialmente aqueles relacionados aos rins e trato urinário.

Para gatos com sobrepeso ou obesidade, o sachê ajuda a manter o bichano mais saciado (desde que o sachê seja do tipo “alimento completo”. Para gatinhos com dificuldade para se alimentar com sólidos, é uma excelente alternativa.

Cuidados ao dar sachê

Um sachê que se apresenta como “alimento completo” contém todos os nutrientes necessários para uma dieta equilibrada do felino, se necessário, pode até substituir a ração seca na sua rotina alimentar, respeitando a quantidade indicada para seu peso e idade.

Porém, tenha muita atenção ao observar a embalagem do produto, há uma expressão recorrente, que é “complemento alimentar”, que indica que a formula não oferece todos os nutrientes que seu animal necessita para se desenvolver. Neste caso, o felino precisará sempre de alguma outra ração completa, seja seca ou úmida. Nunca esquecendo de verificar se é adequado a idade de seu pet.

Sachê pode substituir a ração seca?

É importante ter em mente que, embora alguns sachês possam substituir a ração seca, o ideal é sempre oferecer as duas coisas (o chamado mix feeding).

Enquanto uma dieta só com ração seca pode prejudicar a hidratação, alimentá-los exclusivamente com ração úmida tende a ser pior para a saúde bucal dos bichanos, já que dificulta a limpeza dos dentes (pela falta de atrito).

Se por algum motivo não for possível oferecer a ração seca ao animal, é preciso redobrar os cuidados com técnicas que para muitos tutores não são habituais, como a escovação dos dentes do gato.

Sachê não tem sódio demais?

Existe ainda uma dúvida sobre se os sachês teriam excesso de sódio, o que seria problemático para a saúde do animal. Em geral, isso não ocorre com marcas de qualidade que fazem fórmulas de alimento completo e respeitam os níveis nutricionalmente adequados para os felinos.

No entanto, isso pode variar de acordo com a marca e as necessidades individuais do seu gato. Em caso de dúvidas, consulte um veterinário sobre a melhor opção para o felino que você tem em casa.

Outras maneiras de aumentar a hidratação do seu gato

O oferecimento contínuo de sachês pode pesar no bolso, então muitos tutores acabam buscando formas mais baratas de propiciar a hidratação.

Uma dica de ouro é garantir que o felino tenha mais de uma opção de água limpa pela casa — no mínimo duas vasilhas (de preferência, mais) em cômodos diferentes, sempre lembrando de trocar o conteúdo ao menos uma vez por dia. Em dias quentes, colocar umas pedrinhas de gelo ajuda a manter a água fresca e aumentar a curiosidade do felino em se aproximar para dar umas lambidas.

Muitos gatos também demonstram interesse especial por água corrente – talvez você já tenha percebido isso com o seu em alguma torneira de casa.

O recomendado é adquirir uma fonte específica para gatos, que garante um fluxo contínuo o dia todo. Aqui, é preciso ficar atento à manutenção: limpe a fonte rotineiramente e não esqueça de trocar o filtro na periodicidade indicada pelo fabricante.

https://saude.abril.com.br/vida-animal/sache-para-gatos-entenda-por-que-e-tao-importante-oferecer

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Dicas caseiras para proteção de seu Pet

Ter um Pet requer uma série de cuidados, esses amiguinhos peludinhos precisam de proteção contra inimigos bem pequenos, como pulgas e carrapatos. Então, aqui vão algumas dicas caseiras para tratar seu bichinho de maneira natural. Sempre lembrando que as consultas regulares ao veterinário são indispensáveis.

Camomila

Prepare uma infusão de camomila natural, e reserve para esfriar. Em seguida, use um algodão ou um pano limpo e  mergulhe na camomila. Deixe escorrer bem e esfregue na pele do seu pet com suavidade. A camomila atua como repelente sendo assim, os carrapatos devem fugir de imediato do corpo do seu cachorro ou gato.

Óleo natural de limão, canela, rícino e sésamo

Use um recipiente e misture nele em partes iguais óleo de limão, de canela, de rícino e de sésamo. Em seguida, mergulhe um pano limpo ou algodão na mistura e aplique o remédio natural sobre a pele do seu bicho de estimação com muito cuidado.

Vinagre de maçã

Use um recipiente e misture em partes iguais água e vinagre de maçã. Após misturar bem, mergulhe um pano na mistura e passe com cuidado na pele do seu pet. No momento de esfregar a pele com o tecido, deve-se realizar movimentos muito suaves e evitar que entre em contato com os olhos do animalzinho e isso vai eliminar o carrapato.

Se tiver dúvidas, assista ao vídeo

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Dicas para ajudar a diminuir a ansiedade em cães em tempos de quarentena

Dicas para ajudar a diminuir a ansiedade em cães em tempos de quarentena

Você notou que seu cão está com falta de apetite, não mostra o mesmo vigor de sempre ou até parece inquieto? Estes são alguns dos sinais de ansiedade que você pode notar em seu cão caso ele esteja por um longo período de tempo sem poder sair para passear.

O fato de você ficar em casa por períodos mais longos pode ser muito satisfatório para seu pet. No entanto, os cães necessitam de atividade constante e, sem os passeios habituais, eles podem ficar mais inquietos ou começar a sofrer estresse.

A ansiedade em seu cão pode se manifestar pela impossibilidade de sair, correr e brincar como era de costume. Portanto, é importante cuidar de seu pet e observar qualquer alteração de comportamento que ele possa apresentar. É altamente recomendável consultar o veterinário caso se constate qualquer mudança comportamental em seu pet. 

Abaixo, seguem algumas recomendações para controlar a ansiedade do seu cão:

  • Tente mantê-lo ativo e ocupado em casa. Proporcione momentos para chamar a atenção dele, fornecendo carícias e fazendo atividades juntos. Isso ajudará a manter a mente de seu pet ocupada com você;
  • Se você notar que seu cão está com a respiração ofegante, procura se esconder ou até mesmo abaixa a cauda, tente tranquilizá-lo com carícias e incentivos. Além disso, ouvir músicas relaxantes juntos pode ajudar muito a reduzir a ansiedade;
  • Faça caminhadas e passeios dentro de casa mesmo. Isso permitirá que seu pet libere a tensão acumulada;
  • Enquanto estiverem dentro de casa, adapte um espaço para o seu pet onde ele se sinta confortável e à vontade.  Seu cão reconhecerá esse local como uma área de descanso e relaxamento;
  • Reserve um tempo para brincar com o seu pet. Isso fará com que ele se distraia e diminuirá os níveis de estresse.

Fonte: https://www.purina-latam.com/pt-br/br/purina/nota/dicas-para-ajudar-a-diminuir-a-ansiedade-em-caes-em-tempos-de-quarentena

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Meu bichinho pode ter COVID-19?

No momento, não há evidências de que animais de companhia, incluindo animais de estimação, possam espalhar o COVID-19 ou que possam ser uma fonte de infecção.

Não há registros de que qualquer animal, incluindo animais de estimação, gado ou animais selvagens, possa ser uma fonte de infecção por COVID-19 no momento. No entanto, como todos os animais podem carregar germes que podem deixar as pessoas doentes, é sempre uma boa ideia praticar hábitos saudáveis ​​em torno de animais de estimação e outros animais.

  • Lave as mãos após manusear animais, alimentos, resíduos ou suprimentos;
  • Pratique uma boa higiene dos animais e limpe adequadamente os animais;
  • Leve animais de estimação ao veterinário regularmente e converse com seu veterinário se tiver dúvidas sobre a saúde do animal.

Também não existe relato de animais de estimação ou outros animais adoecendo com COVID-19. Mas, estudos são necessários para entender se há esta possibilidade.

Se você está doente com COVID-19 (suspeito ou confirmado), deve restringir o contato com animais de estimação e outros animais, como faria com outras pessoas, é recomendável que pessoas doentes limitem o contato com animais até que mais informações sejam conhecidas sobre o vírus. Isso pode ajudar a garantir que você e seus animais permaneçam saudáveis.

Quando possível, peça a outro membro da sua família que cuide dos seus pets enquanto estiver doente. Evite o contato com ele, isso inclui: acariciar, aconchegar, ser beijado ou lambido e compartilhar alimentos.

Se você precisar cuidar do seu animal de estimação ou ficar perto dele enquanto estiver doente, lave as mãos antes e depois de interagir com ele.

Fonte: https://translate.google.com.br/translate?hl=pt-BR&sl=en&u=https://www.cdc.gov/coronavirus/2019-ncov/prepare/animals.html&prev=search

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Mitos e verdades sobre a “Doença do Gato”

Entre todos os animais de estimação, os bichanos estão entre os que mais sofrem com mitos e preconceitos. Começando pelo lado afetivo, é comum ouvir falácias como a de que gatos não se apegam aos tutores. Já quando o assunto é saúde, diversas doenças costumam ser associadas a esses pets, como é o caso da toxoplasmose.

Para acabar com os mitos que cercam a doença, confira a seguir 6 perguntas respondidas sobre a toxoplasmose em gatos!

Por que a toxoplasmose é conhecida como a “doença do gato”?

Se a transmissão da toxoplasmose para humanos raramente ocorre a partir do contato com os bichanos, por que chamá-la de doença do gato, você pode estar se perguntando.

Antes de sair crucificando seu mascote, saiba que um exame de sangue sepulta de vez as dúvidas sobre a chance de ele estar fazendo mal à sua saúde.

Cabe lembrar também que a toxoplasmose é um ciclo que se completa em gatos de rua, que se alimentam de caça e de carne crua. Não é o seu animalzinho doméstico, que vive esparramado no sofá e que come ração seca que vai ser fonte de problemas.

Diferente do que muitos pensam, estima-se que somente entre 10 a 15% dos gatos carreguem o parasita, com destaque para gatos que vivem ou que têm acesso à rua.

Estatisticamente falando, as chances de seu gatinho ser o vilão não é maior do que a falta de informação que permeia o tema. Prevenir a toxoplasmose passa pelos cuidados com a higienização dos alimentos, pelo cozimento das carnes e pelo uso de água de fonte segura ou fervida por pelo menos 10 minutos. Além, é claro, de lavar bem as mãos depois de fazer a limpeza da caixa de areia do seu pet.

Ainda com medo? Procure um veterinário de confiança e tire suas dúvidas. Um profissional vai saber orientá-lo e pode submeter seu mascote a exames sorológicos. É fácil, não é caro e tranquiliza toda a família.

Quais são as principais formas de transmissão da toxoplasmose para humanos?

Como dito anteriormente, ainda que os gatos sejam fundamentais no ciclo de vida do toxoplasma, o contato com eles e com seus dejetos não é a mais importante forma de contaminação.

Na verdade, de acordo com a Dra. Allice Vigris, as principais formas de transmissão são a infecção congênita durante a gestação e a ingestão de água ou alimentos contaminados.

“Como hospedeiros intermediários, animais como porco ou boi correm o risco de armazenar cistos em seus tecidos, de modo que a carne crua ou mal passada pode ser um meio de contaminação”, diz a veterinária.

Além disso, ela explica que o cisto do protozoário permanece viável por até 6 meses em água com temperatura ambiente. Sendo assim, é comum que a contaminação ocorra não só a partir da ingestão direta da água contaminada, mas também por conta do consumo de alimentos lavados com ela.

E a transmissão pelos gatos, como ela ocorre?

Bem mais rara, a contaminação por toxoplasmose diretamente pelos gatos é dificultada pelo próprio ciclo do parasita.

Quem explica é a Dra. Allice Vigris: “Uma vez que o gato adquire o parasita via oral, esse agente faz um ciclo de replicação intestinal, sendo eliminado pelas fezes após 5 a 7 dias uma única vez a vida toda. Ou seja, o gato não transmitirá continuamente o oocisto”, diz.

Segundo ela, esse agente deverá, ainda, permanecer de 24 a 96 horas exposto em temperatura ambiente para só então ocorrer a esporulação e ele se tornar infectante.

Só a partir daí a contaminação poderá ocorrer caso o tutor manipule as fezes com as mãos e, em seguida, as leve à boca sem a devida higienização.

Como descobrir a toxoplasmose em gatos?

Abordaremos abaixo sobre a toxoplasmose em gatos e como descobrir. Exceto nos casos de gatos imunossuprimidos, como filhotes, que ainda estão com o sistema imune imaturo, ou adultos com o sistema imune comprometido, a toxoplasmose costuma ser assintomática.

E isso não só nos gatos, mas também em seres humanos, em quem a manifestação da doença muitas vezes é confundida com um leve resfriado, afetando mais gravemente gestantes e pessoas com doença autoimune.

Sendo assim, a única forma de saber se um gato entrou em contato com o agente da toxoplasmose é por meio da avaliação sorológica com titulação. No entanto, a veterinária explica que o teste não diferencia se o pet está ou não eliminando oocistos em suas fezes.

Diagnosticado o problema, o veterinário poderá recomendar um tratamento da toxoplasmose com antibióticos.

O que fazer para evitar a toxoplasmose?

Como visto, medidas simples de higiene e de cuidados com os gatos contribuem muito para a prevenção da toxoplasmose. A seguir, você confere algumas delas:

  • Não permita que o gato vá para a rua, onde ele fica exposto não só a doenças, mas também a brigas e atropelamentos;
  • Lembre-se que os oocistos de toxoplasma demoram para esporular e limpe a caixa sanitária diariamente;
  • Procure utilizar luvas de borracha sempre que for manusear a caixa. No caso das grávidas, o ideal é pedir para que outra pessoa se encarregue da tarefa;
  • Luvas de borracha também são fundamentais para quem pratica jardinagem. Tenha em mente que outros gatos podem entrar em contato com as plantas;
  • Mantenha os gatos longe das superfícies da cozinha e lave as mãos regularmente;
  • Lave frutas, legumes e verduras com cuidado;
  • Após manusear carne crua, lave bem as mãos, assim como os utensílios utilizados.

Fonte: https://www.petz.com.br/blog/pets/gatos/toxoplasmose-mitos-e-verdades-sobre-a-chamada-doenca-do-gato/

https://gauchazh.clicrbs.com.br/donna/mundo-pet/noticia/2018/07/toxoplasmose-e-gatos-mitos-e-verdades-sobre-a-doenca-e-os-felinos-cjpyjbj9a004etncnxfxnqpj2.html

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15 dicas importantes sobre seu pet

Dicas para saúde do seu pet

Nessa época são mais comuns quadros de desidratação, queimaduras solares, machucados nas patas e choque térmico. Felizmente existem muitos cuidados que podemos tomar. Como tutores conscientes e responsáveis que somos, devemos ajudar os pets a sobreviver às altas temperaturas!

1. Hidrate seu pet!

Mantenha seu pet hidratado durante todo o dia: ofereça sempre água limpa e fresca (água gelada é ótimo). Você também pode oferecer água de coco (especialmente gelada) ou suco de frutas. Mas nunca dê suco de uva ou carambola pois são tóxicas para cachorros e gatos!

2. Cuidado com períodos mais quentes do dia.

Nos dias de calor com o pet, evite passeios e dog walker nos horários mais quentes do dia. Não saia entre as 10hs e 15hs. E mesmo fora desses períodos, dê preferência para locais sombreados, com muitas árvores e piso de grama, que não esquenta tão rapidamente. Não passeie com seu pet se o asfalto da rua estiver quente. Lembre-se que as patas dos cachorros são muito sensíveis e poderão esquentar rapidamente.

3. Use protetor solar para pets.

Se seu pet costuma fazer passeios ou dog walker e tem pelo curto, pelagem branca ou mucosas claras, passe protetor solar no pet! Mas use protetor solar específico para pets (caso não encontre, pode usar protetor para crianças ou para peles sensíveis). Passe protetor solar especialmente nos locais do corpo com menos pelagem e mais expostos ao sol, como orelhas, focinho e ao redor dos olhos.

4. Não exagere nos exercícios nos dias de calor com o pet.

Como tudo na vida, exercícios são bons sem exageros. Tome cuidado para o pet não se exercitar demais! Faça pausas frequentes nos exercícios e brincadeiras e ofereça um pouco de água nessas pausas.

5. O pet NUNCA fica sozinho no carro.

Nunca deixe o pet sozinho no carro. Não é só nos dias de calor com o pet: não deixe-o sozinho nem por 5 minutinhos, nem com a janela aberta! NUNCA! A temperatura dentro de um carro pode subir até cinco graus em 15 minutos. E as janelas abertas não ajudam em nada. Um trabalho publicado na revista científica Pediatrics, mostrou que carros com todas as janelas quebradas apresentaram a mesma temperatura no interior, que carros com os vidros fechados. E deixar o ar condicionado ligado também não ajuda! Ele pode desligar sem você saber e pode levar à morte por inalação de gases tóxicos (veja esse exemplo da Índia).

6. Cuidados na praia e em parques.

Em parques ou praias (que aceitem animais de estimação), garanta que seu pet tem um local sombreado, com água fresca disponível e bastante ventilação para ficar. Caso não tenha esses requisitos, não leve seu pet e deixe-o descansando em local seguro.

7. Preste atenção aos sinais de cansaço e desconforto.

Se seu pet está ofegante, salivando muito, com dificuldades para respirar, prostrado (não quer se mover, não quer fazer nada), não quer andar, comer, beber água fique atento! Ao ver estes sinais de forma mais leve, ofereça um período de descanso na sombra com água fresca para seu pet! No caso destes sinais de forma mais grave, leve seu pet o mais rápido possível para uma clínica veterinária! Um animal excessivamente ofegante (especialmente gatos ofegantes), com dificuldades para respirar, aumento da frequência cardíaca e respiratória. Ou ainda com fraqueza muscular, salivação excessiva, muito parado ou muito agitado, vomitando, com a língua e mucosas azuladas ou acinzentadas, perda de consciência e convulsões pode estar com choque térmico, não perca tempo! Coloque sacos de gelo (especialmente nas axilas e nas região da barriga e entre as patas de trás), ligue o ar condicionado ou ventilador do carro e vá para o hospital veterinário mais próximo.

8. Cuidados extras com animais de focinho curto.

Lembre-se que animais braquicefálicos (com focinhos curtos) como cães das raças Pug, Bulldog e Shih-Tzu e gatos Persas, são mais susceptíveis a hipertermia e choque térmico. Eles precisam de cuidado extra! Limite os exercícios, faça mais pausas, ofereça mais água e líquidos, fuja do sol e do calor!

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9. Cuidados extras com pets idosos, com sobrepeso, problemas cardíacos ou respiratórios.

Os pets idosos, com sobrepeso, problemas cardíacos ou respiratórios também precisam de prevenção extra: mantenha-os o máximo do tempo em locais com ventilador ou ar-condicionado. Se possível, mantenha a pelagem sempre curta durante o verão e ofereça bastante líquido. Fique muito atento aos sinais de desconforto e mudanças de comportamento e alimentação. Informe o médico veterinário de confiança caso note mudanças.

10. Cuidado com piscinas e mar.

NUNCA deixe seu pet sozinho se no local existir uma piscina ou próximo do mar. Caso queira entrar na água com seu pet, habitue-o lentamente a entrar na água com você. Sempre com a sua supervisão 100% do tempo e, se possível, com uso de “coletes” de flutuação para cães (que já estão chegando no mercado brasileiro).

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11. Use e abuse do enriquecimento ambiental!

Existem várias opções de enriquecimento ambiental ótimas para o calor! Piscininhas rasas de criança, vasos de plantas grandes e largos, ou baldes rasos e largos cheios de água e gelo são uma ótima pedida para cachorros! Uma brincadeira refrescante! Você também pode fazer sorvetes para cachorros e gatos! Coloque em um copinho de plástico suco de frutas, pedaços de frutas, água de coco, até petiscos em pedacinhos e depois deixe congelar por cerca de 5 horas! Hummm… seu pet vai adorar a novidade! Além de fácil e barata!

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12. Cuidado com as janelas e varandas.

Nesta época quente é mais comum os pets ficarem próximos das janelas e em varandas. Por isso também é mais comum tragédias como pets caírem de janelas de andares altos de prédios ou casas. Previna isso com grades, janelas fechadas e telas. Aliás, se você tem gatos, você deveria considerar telar toda a sua casa sempre!

13. Mantenha seu pet tosado ou escovado.

Diminua o comprimento dos pelos de seu pet (mas não exagere pois seu pet pode sofrer com queimaduras solares se não tiver a proteção de sua pelagem). Para gatos, especialmente os de raças com pelos longos, escove sua pelagem mais regularmente, isso irá ajuda-lo a lidar com o calor! 

14. Dê banhos mais regulares, mas com cuidado.

Lembre-se de evitar o choque térmico, molhando antes as patinhas e orelhas do seu animal de estimação. Depois espalhe cuidadosamente a água pelo corpo com suas mãos. Mas, não exagere na frequência de banhos, pois o excesso de sabonete ou xampu podem irritar o ressecar a pele.

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15. Atenção extra às pulgas e carrapatos.

Nessa época quente e úmida as pulgas e carrapatos são muito mais comuns. Mantenha em dia seu plano de prevenção para ectoparasitas. Não compre qualquer produto, busque por recomendação do seu médico veterinário.

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Fonte: https://petanjo.com/blog/dicas-calor-com-o-pet-animal/

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Sinais de que seu cão precisa ser levado ao veterinário imediatamente

A percepção de que há algo de errado com o cachorro depende muito da observação e conhecimento do dono. Como esses animais não falam, saber o que eles estão sentindo é muito difícil e por isso o tutor deve conhecer seu pet tão bem a ponto de identificar sintomas que podem ser preocupantes, além de conseguir dizer se é necessário  levar o cão ao veterinário imediatamente ou não. 

A  veterinária Katia Cardoso, especialista em cirurgias da clínica AmahVet, listou alguns dos sintomas mais graves que indicam que o animal deve ser atendido por um profissional da saúde o mais rápido possível.  Há também os sinais que necessitam de atenção especial, mas que podem esperar algumas horas para serem tratados.

A ordem de importância destes sintomas para levar o pet ao veterinário são:

  • Convulsão – imediato;
  • Hemorragia – imediato;
  • Dispneia (falta de ar) – imediato;
  • Obstrução urinária –  imediato;
  • Vômito e Diarreia –  imediato;
  • Secreção Vaginal –  imediato;
  • Halitose –  pode aguardar, mas precisa de tratamento;
  • Coceira intensa –  pode aguardar, mas precisa de tratamento;
  • Alopecia (queda de pelo) –  pode aguardar, mas precisa de tratamento;
  • Claudicação (dificuldade para se movimentar) – pode aguardar, mas precisa de tratamento.

Infelizmente alguns problemas são de difícil percepção para os donos, o que reforça a necessidade de levar o animal para consultas médicas periodicamente. Dentre eles, estão: 

  • Desnutrição;
  • Obesidade;
  • Anorexia;
  • Palidez de mucosas;
  • Febre;
  • Dor;
  • Poliúria (urinar demais);
  • Polidipsia ( beber muita água);
  • Secreção ocular;
  • Secreção vaginal (aumento do volume da vulva);
  • Abdômen distendido.

Caso o cachorro demonstre qualquer um dos sintomas citados pela veterinária, é preciso levá-lo ao  veterinário o mais rápido possível para evitar consequências graves.

Fonte: undefined – iG @ https://canaldopet.ig.com.br/cuidados/saude/2020-01-21/sinais-sintomas-cachorro-mostram-que-precisa-ir-no-veterinario.html

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